
“O MEI é uma proposta que eu mesmo enviei ao então presidente Lula. Na época, os críticos diziam que era a precarização do emprego, quando na verdade é a formalização do que já era feito há anos, principalmente no setor da moda. Hoje, existem mais de 8 milhões de microempreendedores individuais no Brasil’, afirmou Afif.
Para ele, a figura jurídica do MEI foi apropriada principalmente pelas mulheres, que têm o desafio de conciliar a carreira profissional com o cuidado dos filhos e da família. “Ao empreender, muitas puderam ter rotinas mais flexíveis e trabalhar de casa, especialmente no setor da moda”, explicou. “MEI é um genuíno programa social, porque nenhum programa desse gênero é válido sem gerar emprego e renda e é o que fazem esses empreendedores.”
Pesquisa do Sebrae apontou que, entre 2005 e 2015, o número de mulheres empreendedoras cresceu 15,4%, saltando de 6,9 milhões para 8 milhões de pessoas, enquanto o de homens, subiu 10,3%, indo de 15,7 para 17,3 milhões.
A Virada Feminina é um evento realizado pela Liga das Mulheres Eleitoras do Brasil (Libra), subsidiária nacional, presidida pela empresária Marta Lívia Suplicy, de uma entidade fundada em 1920, em Washington, que já teve em seus quadros personalidades como a ex-senadora americana Hilary Clinton e a atriz Jane Fonda.
Por: Redação
Texto extraído do site Agência Sebrae de Notícias